sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Wesley e o uso do dinheiro

John Wesley (1703-1791) é conhecido como um pregador que revolucionou a Inglaterra do século XVIII, foi instrumento de avivamento, e influenciou profundamente a igreja com seus ensinos sobre santificação. Poucos talvez saibam que ele ganhou muito dinheiro com a venda de seus livros e panfletos (...).

A seguir alguns dos seus ensinamentos sobre dinheiro:

(...) Wesley atribuiu esta frieza espiritual e afastamento de Deus principalmente ao crescimento de riquezas e possessões. Notou que o nível econômico médio dos metodistas havia melhorado mais de dez vezes em relação ao princípio do movimento. Parecia-lhe que quanto mais dinheiro tinham, menos amavam ao Senhor, menos disposição tinham, entre outras coisas, para auxiliar os necessitados.

Wesley pregava muito sobre o uso correto do dinheiro, e de como somos apenas despenseiros de Deus. O propósito de Deus em nos abençoar financeiramente é para podermos compartilhar com aqueles que não têm. Gastar em coisas supérfluas ou além do básico necessário é, por isso, roubar de Deus.

É difícil imaginar este grande pregador, que falava tanto sobre o amor, ficando irado ou expressando ódio para alguma coisa. Ele até ensinava que o amor de Deus pode encher de tal forma nosso coração que seremos capazes de amar perfeitamente a Deus e ao nosso próximo. Mas havia uma palavra que Wesley realmente detestava. Era a palavra que as pessoas usavam para justificar gastos extravagantes ou um estilo de vida materialista. Diziam: "Mas tenho condições de comprar aquilo ou de viver assim". Para ele esta expressão "tenho condições" era vil, miserável, imbecil e diabólica, pois nada do que temos pode ser considerado nosso. Nenhum cristão verdadeiro jamais deveria usá-la.

Ele não só pregou mas viveu este princípio na prática. Numa época em que uma pessoa podia viver tranqüilamente com £30,00 (trinta libras) por ano, Wesley começou ganhando mais ou menos isto no início de sua carreira de professor da universidade.

Um dia, porém, notou uma empregada doméstica que não tinha agasalho suficiente no inverno, e que não tinha nada para lhe dar, pois já gastara todo seu dinheiro para si mesmo. Sentiu-se fortemente repreendido por Deus como mau despenseiro dos seus recursos. Daí em diante, reduziu ao máximo suas despesas para poder ter mais para distribuir.

Com o tempo, sua renda anual passou de £30,00 por ano a £90,00, depois a £120,00 e anos mais tarde chegou a £1400,00. Entretanto, nunca deixou de viver com os mesmos £30,00, e de dar embora todo o restante. Segundo seu próprio testemunho, nunca teve mais que £100,00 no bolso ou nas suas reservas. Ensinou que quando a renda do cristão aumentasse, devia aumentar seu nível de ofertas, não seu nível de vida.

Quando morreu, deixou apenas algumas moedas nos bolsos e nas gavetas, e os livros que possuía. A grande maioria das £30.000,00 que ganhou durante sua vida (com panfletos e livros) foi doada a pobres e necessitados.

Wesley baseava sua prática em cinco pontos fundamentais:

1. Deus é a fonte de todos os recursos do cristão. Ninguém realmente ganha dinheiro por sua própria esperteza ou diligência. Pois Deus é fonte de toda energia e inteligência.

2. Os cristãos terão de prestar contas a Deus pela forma como usaram o dinheiro. Em qualquer momento, podemos ter de prestar contas a Deus. Por isto, nunca devemos desperdiçar o dinheiro agora, pensando em compensar futuramente.

3. Os cristãos são mordomos do dinheiro do Senhor. Somos apenas agentes dele para distribuí-lo de acordo com sua direção. Portanto, não temos condições de fazer algo contrário aos seus desejos.

4. Deus concede dinheiro aos cristãos para que o repassem àqueles que têm necessidade. Usar este dinheiro para nós mesmos é roubar de Deus.

5. O cristão não tem mais direito de comprar algo supérfluo para si mesmo do que tem de jogar o dinheiro fora.

Com isto em mente, Wesley dava quatro conselhos quanto às prioridades de Deus para o uso da renda individual do cristão:

1. Suprir todo o necessário para si mesmo e a família (1 Tm 5.8).

2. "Tendo sustento e com que nos vestir, estejamos contentes" (1 Tm 6.8).

3. "Procurai as coisas honestas, perante todos os homens" (Rm 12.17), e "A ninguém fiqueis devendo coisa alguma" (Rm 13.8). Depois de cuidar das necessidades básicas, a próxima prioridade é pagar os credores, ou providenciar para que todos os negócios sejam feitos de forma honesta, sem incorrer em dívidas.

4. "Façamos o bem a todos, mas principalmente aos da família da fé" (Gl 6.10). Depois de prover para família, credores, e negócios, Deus espera que todo o restante lhe seja devolvido através de doar aos necessitados.

Para ajudar a discernir em situações não muito claras se está tomando a direção certa diante de Deus, Wesley sugeria que o cristão fizesse a si mesmo as seguintes perguntas em relação a algum bem que quisesse adquirir:

1. Em gastar este dinheiro, estou agindo como se eu fosse dono dele, ou como despenseiro de Deus?

2. Que Escritura me orienta a gastar dinheiro desta forma?

3. Posso oferecer esta aquisição como oferta ao Senhor?

4. Deus haverá de me elogiar na ressurreição dos justos por este dispêndio?

Extraído do boletim nº. 49, de 26 de novembro de 2006 , da Igreja Batista Getsêmani – BH – MG.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

35 Razões Para Não Pecar

por

Jim Elliff

1 - Porque um pequeno pecado leva a mais pecados.

2 - Porque o meu pecado evoca a disciplina de Deus.

3 - Porque o tempo gasto no pecado é desperdiçado para sempre.

4 - Porque o meu pecado nunca agrada a Deus; pelo contrário, sempre O entristece.

5 - Porque o meu pecado coloca um fardo imenso sobre os meus lideres espirituais.

6 - Porque, no devido tempo, o meu pecado produz tristeza em meu coração.

7 - Porque estou fazendo o que não devo fazer.

8 - Porque o meu pecado sempre me torna menor do que eu poderia ser.

9 - Porque os outros, incluindo a minha família, sofrem conseqüências por causa do meu pecado.

10 - Porque o meu pecado entristece os santos.

11 - Porque o meu pecado causa regozijo nos inimigos de Deus.

12 - Porque o meu pecado me engana, fazendo-me acreditar que ganhei, quando, na realidade, eu perdi.

13 - Porque o pecado pode impedir que eu me qualifique para a liderança espiritual.

14 - Porque os supostos benefícios de meu pecado nunca superam as conseqüências da desobediência.

15 - Porque me arrepender do meu pecado é um processo doloroso, mas eu tenho de arrepender-me.

16 - Porque o pecado é um prazer momentâneo em troca de uma perda eterna.

17 - Porque o meu pecado pode influenciar outros a pecar.

18 - Porque o meu pecado pode impedir que outros conheçam a Cristo.

19 - Porque o pecado menospreza a cruz, sobre a qual Cristo morreu com o objetivo específico de remover o meu pecado.

20 - Porque é impossível pecar e seguir o Espírito Santo, ao mesmo tempo.

21 - Porque Deus escolheu não ouvir as orações daqueles que cedem ao pecado.

22 - Porque o pecado rouba a minha reputação e destrói o meu testemunho.

23 - Porque outros, mais sinceros do que eu, são prejudicados por causa do meu pecado.

24 - Porque todos os habitantes do céu e do inferno testemunharão sobre a tolice deste pecado.

25 - Porque a culpa e o pecado podem afligir minha mente e causar danos ao meu corpo.

26 - Porque o pecado misturado com a adoração torna insípidas as coisas de Deus.

27 - Porque o sofrer por causa do pecado não tem alegria nem recompensa, ao passo que sofrer por causa da justiça tem ambas as coisas.

28 - Porque o meu pecado constitui adultério com o mundo.

29 - Porque, embora perdoado, eu contemplarei novamente o pecado no Tribunal do Juízo, onde a perda e o ganho das recompensas eternas serão aplicados.

30 - Porque eu nunca sei por antecipação quão severa poderá ser a disciplina para o meu pecado.

31 - Porque o meu pecado pode indicar que ainda estou na condição de uma pessoa perdida.

32 - Porque pecar significa não amar a Cristo.

33 - Porque minha indisposição em rejeitar este pecado lhe dá autoridade sobre mim, mais do que estou disposto a acreditar.

34 - Porque o pecado glorifica a Deus somente quando Ele o julga e o transforma em uma coisa útil; nunca porque o pecado é digno em si mesmo.

35 - Porque eu prometi a Deus que Ele seria o Senhor de minha vida.


Renuncie seus direitos
Rejeite o pecado
Renove sua mente
Confie em Deus

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Aos Pregadores

por

John Wesley e John Trembath

O que tem lhe prejudicado excessivamente nos últimos tempos e, temo que seja o mesmo atualmente, é a carência de leitura. Eu raramente conheci um pregador que lesse tão pouco. E talvez por negligenciar a leitura, você tenha perdido o gosto por ela. Por esta razão, o seu talento na pregação não se desenvolve. Você é apenas o mesmo de há sete anos. É vigoroso, mas não é profundo; há pouca variedade; não há seqüência de argumentos. Só a leitura pode suprir esta deficiência, juntamente com a meditação e a oração diária. Você engana a si mesmo, omitindo isso. Você nunca poderá ser um pregador fecundo nem mesmo um crente completo. Vamos, comece! Estabeleça um horário para exercícios pessoais. Poderá adquirir o gosto que não tem; o que no início é tedioso, será agradável, posteriormente. Quer goste ou não, leia e ore diariamente. É para sua vida; não há outro caminho; caso contrário, você será, sempre, um frívolo, medíocre e superficial pregador."

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Pregando Cristo à Partir do Decálogo

por

John M. Frame

Se toda a Escritura testifica de Cristo, a lei de Deus certamente não pode ser uma exceção. Como estudamos a lei no contexto de um seminário, então, nada pode ser mais importante do que estudar o seu testemunho de Cristo. Os ministros do evangelho precisam aprender como pregar Cristo à partir da lei.

De fato, a lei dá testemunho de Cristo de diversas maneiras, algumas das quais discutiremos nos seguintes pontos.

1. O Decálogo apresenta a justiça de Cristo. Quando dizemos que Cristo foi o cordeiro perfeito de Deus e o perfeito exemplo para a vida Cristã, estamos dizendo que Ele obedeceu perfeitamente a lei de Deus. Ele nunca teve outro deus diante do Seu Pai. Ele nunca adorou ídolos ou tomou o nome de Deus em vão. Os fariseus argumentavam o contrário, no entanto, Ele nunca violou o Dia de Descanso. Assim, o Decálogo nos diz como Jesus era. Ele nos motra Seu caráter perfeito.

2. O Decálogo mostra nossa necessidade de Cristo. A lei de Deus nos convence do pecado e nos leva a Jesus. Ela nos mostra que estamos separados de Cristo. Que somos idólatras, blasfemos, quebradores do Dia de Descanso, e assim por diante.

3. O Decálogo mostra a justiça de Deus imputada em nós. NEle nós somos santos. Deus nos vê, em Cristo, como guardadores da lei.

4. O Decálogo nos mostra como Deus quer que demos graças por Cristo. No Decálogo, a obediência segue a redenção. Deus diz ao Seu povo que Ele lhes tirou da terra do Egito. A lei não é algo que devem guardar para merecer a redenção. Deus os redimiu. Guardar a lei é o modo deles agradecerem a Deus pela salvação livremente dada. Assim, a Confissão de Heidelberg expõe a lei sob a categoria de gratidão.

5. Cristo é a substância da lei. Este é um ponto relacionado com o primeiro, mas ele não é exatamente o mesmo. Aqui eu desejo dizer que Jesus não é somente um guardador perfeito da lei (de acordo com a sua humanidade), mas que de acordo com Sua deidade Ele é Aquele que honramos e adoramos quando guardamos a lei:


(a) O primeiro mandamento nos diz para adorarmos Jesus como o único e exclusivo Senhor, Salvador e Mediador (Atos 4:12; 1 Timóteo 2:5).

(b) No segundo mandamento, Jesus é a perfeita imagem de Deus (Colossenses 1:5; Hebreus 1:3). Nossa devoção a Ele impede a adoração de quaisquer outras imagens.

(c) No terceiro mandamento, Jesus é o nome de Deus, diante do qual todo joelho se dobrará (Filipenses 2:10-11; conforme Isaías 45:23).

(d) No quarto mandamento, Jesus é o nosso Dia de Descanso. Em Sua presença, cessamos de nossos deveres diários e ouvimos Sua voz (Lucas 10:38-42).

(e) No quinto mandamento, honramos Jesus que nos traz como Seus "filhos" (Hebreus 2:10) para glória.

(f) No sexto mandamento, O honramos como a vida (João 10:10; 14:6; Gálatas 2:20; Colossenses 3:4), o Senhor da vida (Atos 3:15), Aquele que deu Sua vida para que pudéssemos viver (Marcos 10:45).

(g) No sétimo mandamento, O honramos como nosso noivo que Se deu a Si mesmo para nos limpar, para nos fazer Sua noiva pura e sem mácula (Efésios 5:22-33). Nós O amamos como a nenhum outro.

(h) No sétimo mandamento, honramos a Jesus como nossa herança (Efésios 1:11) e como Aquele que provê todas as necessidades para o Seu povo neste mundo e no porvir.

(i) No nono mandamento, O honramos como a verdade de Deus (João 1:17; 14:6), em quem todas as promessas de Deus são Sim e Amém (2 Coríntios 1:20).

(j) No décimo mandamento, O honramos como nossa suficiência completa (2 Coríntios 3:5; 12:9) para satisfazer tanto nossas necessidades externas como renovar os desejos de nossos corações.

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

100 Coisas que Acompanham a Salvação

por

Given O. Blakely

"Mas de vós, ó amados, esperamos coisas melhores, e que acompanham a salvação, ainda que assim falamos". (Hebreus 6:9)

Recentemente, um bom amigo e irmão em Cristo, Victor Knowles, desafiou-me a pensar sobre quantas coisas acompanham a grande salvação de Deus. A lista abaixo foi produzida durante meu pensamento inicial sobre este assunto. Ela somente, como bem disse o irmão Victor, "toca a orla do vestido" do assunto.

1. — Comunhão com o Filho de Deus, Jesus Cristo nosso Senhor– 1 Coríntios 1:9
2. — Acesso ao Pai em Cristo e através do Espírito– Efésios 2:18
3. — Acesso COM confiança– Efésios 3:12
4. — Acesso a graça, na qual estamos firmes– Romanos 5:2
5. — Justiça, paz e alegria no Espírito Santo – Romanos 14:17
6. — Gozo e paz em crer– Romanos 15:13
7. — Abundância na esperança – Romanos 15:13
8. — Deus operando em nós tanto o querer como o efetuar – Filipenses 2:13
9. — A contínua intercessão de Jesus – Hebreus 7:15
10. — A intercessão do Espírito Santo – Romanos 8:26
11. — O privilégio de andar na luz – 1 João 1:7
12. — Perdão quando o pecado é confessado – 1 João 1:9
13. — Cristo em nós, a esperança da glória – Colossenses 1:27
14. — O Espírito de adoção – Romanos 8:15
15. — Ser ensinado por Deus a amar uns aos outros – 1 Tessalonicenses 4:9
16. — Ser ensinado do Pai por Jesus – Mateus 11:27-28
17. — Cristo manifestado a Si mesmo para nós – João 14:21
18. — O Pai e o Filho fazendo morada em nós – João 14:23
19. — Fortaleza no homem interior – Efésios 3:16; Romanos 8:11
20. — O Espírito de sabedoria e revelação – Efésios 1:17
21. — A abertura dos olhos do nosso entendimento – Efésios 1:18-19
22. — Completa certeza da esperança – Hebreus 6:11
23. — Plenitude do entendimento – Colossenses 2:2
24. — Inteira certeza de fé– Hebreus 10:22
25. — Estar casado com Cristo – Romanos 7:4
26. — Dar fruto para Deus – Romanos 7:4
27. — Ser herdeiros de Deus – Romanos 8:17
28. — Ser herdeiros juntamente com Cristo – Romanos 8:17
29. — Participantes da natureza Divina – 2 Pedro 1:4
30. — Estar unido ao Senhor – 1 Coríntios 6:17
31. — Nossos nomes escritos no Céu – Lucas 10:20; Hebreus 12:23
32. — Uma herança incorruptível, reservada para nós no céu – 1 Pedro 1:4
33. — Ser guardado pelo poder de Deus – 1 Pedro 1:5
34. — Ser guardado de tropeçar – Judas 24
35. — A paz de Deus guardando nossos corações e mentes – Filipenses 4:7; Colossenses 3:15
36. — Saber em "QUEM" temos crido – 2 Timóteo 1:12
37. — Ser apropriado para o uso do Senhor – 2 Timóteo 2:21
38. — Recebimento de graça sobre graça – João 1:16
39. — Discernir extensão da salvação – Efésios 3:18
40. — Conhecer o amor de Cristo que transcede o conhecimento – Efésios 3:19
41. — Ser cheios de toda plenitude de Deus – Efésios 3:19
42. — Ter a mente de Cristo – 1 Coríntios 2:16
43. — Uma unção que nos ensina a permanecer – 1 João 2:20-27
44. — Justiça pela imputação por causa da fé – Romanos 4:6-8
45. — Uma consciência purificada – Hebreus 9:14
46. — Poderosas armas espirituais – 2 Coríntios 10:4-5
47. — Toda armadura de Deus – Efésios 6:11-18
48. — Todas as bençãos espirituais nos lugares celestiais – Efésios 1:3
49. — Todas coisas que pertencem à vida e à piedade – 2 Pedro 1:3
50. — O espírito de poder, amor e de moderação - 2 Timóteo 1:7
51. — Eterna consolação e boa esperança– 2 Tessalonicenses 2:16
52. — O Espírito Santo– 1 João 3:24; 4:13
53. — Um entendimento ministrado pelo próprio Jesus– 1 João 5:20
54. — O amor da verdade– 2 Tessalonicenses 2:10
55. — Um reino que não pode ser abalado– Hebreus 12:28
56. — Alimentado espiritualmente pelor prórprio Deus– 2 Coríntios 6:2
57. — Conhecendo o que nos é dado gratuitamente por Deus – 1 Coríntios 2:12
58. — Ter um tesouro celestial num vasso de barro – 2 Coríntios 4:7
59. — Ter de Deus um edifício, nos céus– 2 Coríntios 5:1
60. — Um Sumo Sacerdote – Hebreus 8:1
61. — Iluminação – Hebreus 8:1
62. — Esclarecimento– Hebreus 10:32
63. — Provar o dom celestial– Hebreus 6:4
64. — Participar do Espírito Santo– Hebreus 6:4
65. — Provar a Palavra de Deus– Hebreus 6:5
66. — Provar os poderes do mundo vindouro – Hebreus 6:5
67. — Libertação do poder das trevas– Colossenses 1:13
68. — Transladação para o Reino de Cristo – Colossenses 1:13
69. — Todas as coisas se tornando possíveis– Marcos 9:23; Efésios 1:20, 3:20
70. — A ministração dos santos anjos– Hebreus 1:13-14
71. — Todas as coisas cooperando para o nosso bem– Romanos 8:28
72. — O Senhor sendo nosso Ajudador– Hebreus 13:6
73. — Mentes puras– 2 Pedro 3:1
74. — Deus sendo "por nós" – Romanos 8:31
75. — Uma melhor esperança – Hebreus 7:19
76. — Sangue que fala melhor do que o de Abel– Hebreus 12:24
77. — Nenhuma condenação– Romanos 8:1
78. — Paz com Deus– Romanos 5:1
79. — Vida eterna – 1 João 5:11
80. — Vida abundante – João 10:10
81. — Grandíssimas e preciosas promessas – 2 Pedro 1:4
82. — Ser ressuscitado juntamente com Cristo e assentado com Ele nos lugares celestiais– Efésios 2:6
83. — A Palavra de Deus nos edificando e nos dando uma herança – Atos 20:32
84. — Sendo confirmados por Deus – 2 Coríntios 1:21
85. — O selo do Espírito Santo – 2 Coríntios 1:22
86. — Tendo suficiência da parte de Deus – 2 Coríntios 3:5
87. — Um poder que Deus opera transcendentemente em nós – Efésios 3:20
88. — Tendo abundância em todas as ciosas– 2 Coríntios 9:8
89. — A obra de Deus aperfeiçoada em nós até o dia de Cristo – Filipenses 4:19
90. — Todas as nossas necessidades supridas de acordo com a 'glória de Deus' – Filipenses 4:19
91. — Feitos idôneos para participar da herança dos santos – Colossenses 1:11-12
92. — Sendo santificados completamente, espírito, alma e corpo – 1 Tessalonicenses 5:23-24
93. — Participando da santidade de Deus através da correção – Hebreus 12:10
94. — A vitória que vence o mundo – 1 João 5:4-5
95. — Satanás sendo esmagado debaixo de nossos pés - Romanos 16:20
96. — Sendo chamados à liberdade– Gálatas 5:1, 13
97. — Aprendendo de Cristo– Efésios 4:20
98. — Pureza de alma – 1 Pedro 2:3
99. — Provar que o Senhor é bom – 1 Pedro 2:3
100. — Recebidos por Cristo – Romanos 15:7

(Artigo publicado na THE BANNER OF TRUTH, Volume 36, Janeiro de 1999 - http://www.banner.org/Issues/ban99html/ban99pdf/bannjan_99.PDF)

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

A IGREJA E SUA MISSÃO

A IGREJA E SUA MISSÃO


Lendo o Salmo 84, podemos, com liberdade (porque não havia ainda cristianismo ao tempo do salmismo), derivar alguns caminhos.

1. A igreja precisa ser o endereço de Deus (verso 1).
A igreja, portanto, precisa ser o lugar onde Deus fala. Quando as pessoas procuram a Igreja querem ouvir Deus desafiando-as, consolando-as. Para tanto, devemos estar impregnados da Palavra do Senhor, para interpretá-la fielmente.
A igreja, também, precisa ser o lugar a partir de onde Deus fala. A Igreja chamada para ir ao mundo para falar Deus aos que ainda não O conhecem e para falar de Deus aos que dEle precisam.

2. A igreja precisa ser relevante para a vida dos seus membros, não um apêndice.
O tempo que passamos na Igreja-templo é mínimo, se comparado ao que passamos junto aos outros organismos, como a família e o trabalho, ou junto a meios de comunicação, como a televisão. No entanto, esse tempo mínimo tem que se tornar máximo, a fim de orientar nossas vidas familiares, profissionais e recreacionais. A igreja deve ser vista como um lugar de contato com a Fonte para o convívio saudável no mundo.

3. A igreja precisa ser lugar que acolhe pessoas (verso 3).
Nossos cultos devem ser contagiantes. Nossos sorrisos devem ser convidativos. Precisamos nos importar com as pessoas, receber bem os que são daqui e os que (ainda) não são.
Quem vem a uma igreja vem para ver Deus e para ser recebida pelas pessoas. Se as recebemos bemo, elas vêem Deus. Se não as recebemos, só um milagre.

4. A igreja precisa ser um lugar que fortalece as pessoas.
Para serem fortalecidas, as pessoas precisam se reconhecer como são: peregrinas do coração). A tarefa da igreja é fortalecer, pelo ensino e pelo cântico, esses peregrinos para as lutas da vida (versos 5-9, 11).

ISRAEL BELO DE AZEVEDO

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Definição de Evangelismo Bíblico



“Evangelismo Bíblico é a prática regular – motivada por profunda compaixão pelos perdidos, responsabilidade e gratidão a Deus – de alertar os pecadores, através do testemunho de sua consciência, de que transgrediram a santa lei do Senhor, cuja punição é o tormento eterno no inferno, expondo-lhes sua incapacidade de obter a salvação por seus próprios esforços, e então, apresentar no poder do Espírito Santo, as Boas Novas do amor e graça de Jesus, para que se arrependam, abandonem seus pecados, coloquem sua confiança no Salvador e O sirvam como seu Senhor na comunhão de Sua Igreja.”
Fernando Guarany Jr.